terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Masturbação: uma mão lava a outra


Desde menina você escuta que não pode colocar a mão aqui ou ali, que não deve cruzar as pernas e segurá-las assim com força, que nada deve tocar aquela região sagrada. E você, quando pequena, fazia isso. Todas nós fazíamos, mesmo sem saber o que era, apenas seguindo o instinto de reproduzir algo 'gostoso' que tinha acontecido por acaso. Instinto.
Já para os meninos é um assunto normal e até tratado com orgulho. "Deixa o menino demorar um pouco mais no banho, ele tá naquela idade...".
Mas e quando o tema passa a ser masturbação a dois? Ah, aí sim é que a coisa fica ainda mais complicada - e gostosa!
Pra mim, o ciclo sexual deveria ser: beijo, masturbação, sexo. Preliminares não são nada mais do que isso: masturbação a dois bem feita. Ok, e sexo oral, mas esse é um assunto mais específico, que fica pra outro post. ;)
A masturbação individual serve para você conhecer seu corpo, descobrir o que dá prazer, como dá prazer, qual a melhor ordem das coisas... E masturbação não tem nada de parecido com sexo. É outra coisa, outra sensação. É você com você, sem preconceito, sem certo ou errado, só prazer.
E para que serve a masturbação a dois? Preparar para o sexo? Não! Masturbação a dois serve para conhecer o outro, que algumas vezes tem o corpo tão diferente do nosso e outras vezes pode ter as mesmas características físicas, mas sensações completamente diferentes. E, para isso, o outro deve suspirar, respirar mais rápido quando der vontade, gemer, segurar a mão no lugar em que ela está e pedir para continuar...
Da mesma maneira que para conhecer as ideias de alguém você bate um papo, para conhecer as preferências sexuais da pessoa a quem você quer dar prazer, vocês se masturbam juntos. E aí não há segredo: é mão na coisa, coisa na mão. Não há mistério.
Mas há nuances. Não queira ir direto ao ponto. Conheça o corpo inteiro da pessoa - tem um filme em que o Ponto G de uma garota é atrás do joelho, por exemplo -, cada pequena parte, cada característica única, a sensação que cada tipo de toque dá. Uma assopradinha pode ser muito melhor do que um toque em alguns caso. Outras vezes a língua funciona muito melhor do que os dedos. Pernas, seios, pele... vocês têm tantas possibilidades. Use a imaginação!
E isso não é para ser feito só uma vez, ou só no começo da relação. Masturbação a dois é a saída para uma vida sexual feliz, realizada. Você não conseguirá fazer seu namorado feliz, sexualmente, se não conhecê-lo. Não dá pra adivinhar o que cada um curte. Explore.
Torne o momento da masturbação uma hora especial do casal. Divirta-se, ria, gema, diga o que vier a cabeça, não se reprima, não se reprima, não-se-re-pri-ma! Sexo é uma das experiências mais incríveis que um casal pode ter, aproveite-a da melhor maneira.
E agora mata a minha curiosidade, na sua relação, há espaço para a boa e velha masturbação? ;)

sábado, 5 de janeiro de 2013

AFINAL, O QUE É COMPLEXO DE ÉDIPO????

 por: Jorge Elói
Complexo de Édipo é um dos conceitos fundamentais de Freud, na Psicanálise. Este conceito refere-se a uma fase no desenvolvimento infantil em que existe uma “disputa” entre a criança e o progenitor do mesmo sexo pelo amor do progenitor do sexo oposto.

Complexo de Édipo foi introduzido por Freud na Psicanálise. Ele baseou-se numa tragédia da mitologia grega de Sófocles (Século V a. C.). Na tragédia grega, Laio e Jocasta tiveram um filho, Édipo. Este mata o pai para ficar com a mãe, terminando com o suicídio de Jocasta e a automutilação de Édipo.

O Complexo de Édipo é fundamental e essencial no desenvolvimento infantil. Esta é dada como Universal, isto é, comum a todos os seres humanos, apesar de existirem alguns estudos que questionam essa universalidade.

O Complexo de Édipo, caracteriza a separação entre a criança e os progenitores, que até ao momento isso não se verificava. Por outras palavras:

Quando a criança nasce, esta está completamente ligada aos pais, pela satisfação das necessidades, cuidados, etc. A criança está completamente dependente dos pais, numa relação fusional, visto que a criança não existe sozinha e separada dos pais. Os pais garantem a satisfação das suas necessidades e a total proteção do meio.

A criança cresce assim numa relação triangular (filho, pai e mãe), crescendo com a ideia que os pais, fazem parte de si (devido a extrema dependência). Vendo-os como um mecanismo “seu” para satisfazer as suas necessidades. O Complexo de Édipo vem então, “frustrar” a criança, marcando a separação entre ela e os pais (acontecendo por volta dos 3 até aos 6 anos de idade), neste momento a criança começa a perceber que não é o centro do mundo, que o amor não é unicamente para si e que os pais não a podem proteger completamente do mundo.

Percebendo que o pai e a mãe possuem uma relação, e não partilham consigo, pelo contrário, diminuem o amor e proteção face ao início (o que é normal). A criança responsabiliza internamente o progenitor do mesmo sexo pela separação, ambicionando o amor e proteção total como tinha no início pelo progenitor do sexo oposto.

Assim, nesta fase, a criança dirige sentimentos hostis em relação progenitor do mesmo sexo ou a qualquer outra coisa que desvie o amor e atenção do progenitor do sexo oposto. Porém, ao mesmo tempo que o menino é hostil para o pai porque lhe tira o amor da mãe, o menino ambiciona ser como o pai, identificando-se com o mesmo, visto que este conseguiu ter o amor da mãe.

Porém, atualmente verifica-se muitos casos que “dificultam” o Complexo de Édipo, isto é, no caso na inexistência física (divorciado, separado, viúvo, etc.) ou psicológica (negligente, submisso, etc.) do progenitor e no caso de não se impor limites/ barreiras entre mãe e filho, por diversas razões.

Freud afirma que quando o Complexo de Édipo fica “mal resolvido” podem existir várias consequências, tais como: a identificação com o progenitor do sexo oposto (homossexualidade, comportamento submisso, dependência excessiva ao sexo feminino, etc.), já que o menino sem pai, vai querer ser como a mãe. No extremo oposto, temos o menino que teve uma mãe (embora possa o pai estar presente) incapaz de se “separar” e de se impor limites a si e seu filho, passa a opressora e controladora, massacrando-o psicologicamente. O menino vai então replicar e generalizar a todas as mulheres o que vivenciou com a mãe. Assim, não vai conseguir amar as mulheres, curiosamente Freud afirma que pode tornar-se também homossexual, não por querer ser como uma mulher, mas por não conseguir ama-la, mostrando pouco interesse e desprezando o sexo oposto.

Por curiosidade, nas biografias de serial killers, encontram-se frequentemente Complexos de Étipos mal resolvidos (progenitores inexistentes, submissos, etc.).

E você, o que acha de Freud e do Complexo de Édipo?http://www.psicologiafree.com/?p=485&buffer_share=66f9a&utm_source=buffer

CONFIRA 5 ERROS QUE PODEM MINAR QUALQUER RELACIONAMENTO.


Evitando algumas atitudes você mantém seu relacionamento e torna o convívio muito mais agradável
Que a convivência a dois é complicada todo mundo sabe. Mas algumas atitudes podem tornar o relacionamento do casal ainda mais delicado, fazendo com que o convívio se torne impossível. De acordo com especialistas em comportamento, basicamente são cinco os erros que podem minar qualquer relação, independente do tempo que o casal está junto ou do temperamento de cada um. Confira quais são essas situações e veja dicas para se livrar delas.

1 – Infidelidade

Trair ou até mesmo ter um histórico de traições pode afetar seriamente o andamento do seu relacionamento. E a traição, em relacionamentos, não se trata apenas de relações sexuais com outra pessoa, ela está também em relacionamentos via internet, como bate papos quentes com outra pessoa.

Quando a traição é descoberta, ainda é possível que haja perdão, porém é muito difícil – tanto para a mulher quanto para um homem – esquecer o ocorrido. Talvez até instintivamente, durante uma briga, é possível que a história acabe sendo jogada na cara e a poeira levantada novamente. Portanto, se não deseja passar por isso, fuja das tentações.

2 – Abuso e desrespeito

Ninguém gosta de namorar alguém que a abusa no sentido pessoal, afetivo ou até físico, mexendo nas coisas do parceiro ou ainda com agressões físicas. Abuso nunca é bem vindo em relacionamentos e o desrespeito também não.

Sendo assim, evite situações como ficar bisbilhotando no celular do seu companheiro ou ainda ficar gritando com ele durante discussões. É certo que essas atitudes abusivas e desrespeitosas também não são esperadas dele e se ele tomar atitudes assim você deve fazer algo a respeito.

3 – Falta de sinceridade e honestidade

Outro ponto que pode causar a destruição de um relacionamento é a desonestidade e a falta de sinceridade. Ninguém gosta de ser enganado ou de ter um parceiro que mente e omite fatos da companheira e muito menos de alguém que seja desonesto, seja com a parceira ou com outras pessoas.

Por isso, tente sempre ser sincera nos seus relacionamentos e ficar de olho se o seu parceiro der sinais de que não é sincero com você ou, pior ainda, desonesto. A sinceridade pode ser praticada até em situações muito simples, como ao dizer qual foi o preço real que você pagou por determinada compra. Então, evite mentir e omitir e encoraje o seu parceiro a ser assim também.

4 – Falta de apoio mútuo

Um casal que não se dispõe a "estar ali" e se ajudar mutuamente quando necessário, tem grandes chances de falhar em seu relacionamento.

Quando duas pessoas se juntam e sabem que podem contar um com o outro mesmo nas situações mais difíceis, o laço que une as duas se torna ainda mais intenso e resistente.

Considerando isso, tente ser uma companheira presente e apoie seu parceiro quando ele mais precisar. Assim você também o incentiva a ter esse tipo de atitude em relação à você e isso tornará possível criar um relacionamento ainda melhor e mais forte.

5 – Comunicação ruim entre os dois

A falta de comunicação ou falhas na comunicação do casal pode afetar diretamente a saúde e a harmonia do relacionamento. Quando um começa a "achar" que o outro pensa isso ou aquilo e assumir isso como uma verdade, um problema real está instalado na relação.

É importante que os dois invistam na comunicação, tentando sempre dizer o que pensa e o que quer para o outro de forma gentil e educada, sem agressividade ou grosseria. Se um de vocês ou os dois tem problemas em se comunicar e não conseguem resolver isso sozinhos, talvez seja melhor procurar ajuda de um especialista.




Por fim, reflita sobre seu relacionamento e perceba se estes problemas estão presentes. Quanto antes forem identificados, maiores são as chances de resolvê-los e prosseguir neste relacionamento de uma maneira que possibilite a felicidade dos dois e uma convivência agradável. (Fonte: Dicas de Mulher)
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--4-20130102&tit=confira+5+erros+que+podem+minar+qualquer+relacionamento

CINCO PASSOS PARA SUPERAR O DIVÓRCIO E RECOMEÇAR EM 2013


Tudo bem, 2012 foi um ano difícil para você! O cara que você um dia acreditou ser o seu príncipe encantado já não faz mais parte da sua vida e as marcas do divórcio ainda são dolorosas. Se você passou 2012 sofrendo por um rompimento ou separação já é hora de mudar o jogo. E a chegada de um novo ano é um ótimo momento para dar a volta por cima. "O que aconteceu já aconteceu. Tendo passado por isso também, a única coisa que sei com certeza é que você tem o poder de transformar sua crise em uma oportunidade", garante a especialista em desenvolvimento pessoal e divórcio, Mariana Pearson. Ela listou para o site YourTango, cinco passos para quem quer recomeçar em 2013. Anote e coloque-os em prática! 

Comprometa-se

Faça um acordo com você mesma para deixar o passado para trás. Até você conseguir isso, não vai ter espaço para ninguém novo em sua vida. Além disso, se apegar na raiva e no arrependimento só fará você se sentir pior, e pode afetar até sua relação com outras pessoas a sua volta, como seus filhos. Ao fazer o compromisso você deixa o que aconteceu lá atrás, decide viver o presente e para de se remoer.

Defina metas

Escreva uma lista de 12 coisas legais que você deseja alcançar no próximo ano - uma por mês. Isso irá impulsionar você e dar um novo objetivo. Aqui vale um lugar que gostaria de conhecer, algo que sonha em comprar...essa é sua chance de realizar seus desejos.

Reflita

Que tipo de relacionamento você quer criar com seu ex? Isto pode ser difícil agora e você pode nem querer pensar agora, mas se pretende manter alguma relação ou vínculo com ele provavelmente terá que mudar alguns comportamentos para que o relacionamento entre vocês também melhore.

Seja grata

Por mais complicada que esteja sua situação sempre há coisas boas em sua vida. Você pode estar encarando dificuldades em enxergar isso agora, mas comece tentando escrever uma lista de 10 coisas pelas quais você é grata, mesmo que sejam coisas pequenas. Se você fizer isso diariamente vai começar a se sentir melhor e automaticamente atrairá mais coisas positivas.

Fique atenta à sua boca

Sua linguagem pode criar realidades. Então, o que você diz a você mesma pode gerar pensamentos e ações positivas ou negativas. Portanto, é importante prestar atenção nas coisas que fala. Se você ficar repetindo coisas como "estou em crise", vai se sentir mais para baixo, enquanto se optar por encarar o momento de uma forma diferente com frases como "estou tentando recomeçar" vai se sentir mais forte e mais perto de shttp://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--2-20130101-201301021-1-414773ua conquista. (Fonte: Terra)

TRAIÇÃO VIRTUAL PODE SER TÃO DEVASTADORA QUANTO A REAL..



A internet é, atualmente, quase um universo paralelo ao da vida real. O advento das redes sociais e ferramentas de comunicação on-line possibilitou a ampliação das redes de contatos. Mas, embora as maravilhas da internet sejam bastante aplaudidas, essas formas variadas de interação social podem gerar alguns transtornos, antes inexistentes.

Os relacionamentos, em particular, são muito vulneráveis aos efeitos causados pelas redes sociais. Quase todo mundo conhece alguém ou já viveu na pele a desagradável experiência de discutir com alguém por um comentário, uma foto ou uma conversa virtual. Em alguns casos, o comportamento on-line de um dos parceiros pode caracterizar até mesmo uma traição virtual. A questão é: essas "traições" devem ser encaradas como um problema real na relação?




Por que é tão difícil separar a vida real da virtual?

Ao montar um perfil em uma rede social, por exemplo, você abre uma janela de comunicação com o resto do mundo. Por essa janela, entretanto, o resto do mundo também passa a ter acesso a muitas informações e dados pessoais a seu respeito, o que pode se tornar inconveniente à medida que sua privacidade perde espaço para esse compartilhamento desenfreado.

A utilização da internet se funde tão profundamente ao cotidiano das pessoas que, em um determinado momento, elas passam a depender dessa ferramenta para a maioria das tarefas que precisam realizar. Nesse ponto, é comum confundir os limites da vida virtual com a vida real, não mais distinguindo o que deve ser exposto na rede do que deve permanecer privado.

A traição via internet é diferente da traição "real"?

Para que um relacionamento funcione adequadamente, é necessário que ele esteja pautado sobre alguns pontos fundamentais: a confiança, o companheirismo, o amor e, principalmente, o respeito pelo parceiro. Esses valores regem as relações em geral e devem ser levados em conta antes de qualquer decisão capaz de afetar o curso do relacionamento.

Quando você decide flertar com aquele gato do escritório, quer seja fisicamente, quer seja pela internet, é importante entender que esse tipo de atitude representa, sim, uma falta de respeito para com seu parceiro, uma vez que abre espaço para que uma relação extraconjugal venha, efetivamente, a acontecer.

Uma boa maneira de saber se a "traição" é ou não é prejudicial ao relacionamento, é inverter os papéis dos parceiros. Pergunte a si mesma como se sentiria se fosse ele a manter relações virtuais com outras mulheres. Você, provavelmente, se incomodaria com a situação e não a aceitaria, ainda que os dois jamais viessem a ter contato físico, de fato. Por isso, na internet, como no mundo real, vale a máxima do "não faça com o outro o que você não gostaria que ele fizesse com você".

Como lidar com a traição virtual, caso ela ocorra?

Do mesmo modo que você, seu companheiro também está exposto a diversas oportunidades de relações virtuais. Caso você note algum comportamento nesse sentido por parte do cara, nem pense em dar uma de Sherlock: invadir contas ou usar senhas pessoais para "xeretar" a vida do rapaz, além de ser crime, é uma atitude infantil e desnecessária.

Opte por um diálogo aberto com ele sobre as suas desconfianças. Explicar os motivos da sua insegurança e estar aberta para ouvir o que ele tem a dizer a respeito são formas maduras de lidar com a situação desagradável. Caso você considere que as atitudes dele configuram, de fato, um tipo de traição, é preciso reavaliar o relacionamento antes de tomar qualquer decisão. Em muitos casos, quando a confiança é quebrada, terminar é a melhor maneira de evitar que ambos se machuquem ainda mais.

Acima de tudo, cada um tem uma maneira de enxergar as coisas. Uma conversa que, para ele, parece inocente, para você pode trazer um milhão de significados ocultos. Por isso o diálogo ainda é a melhor opção. (Fonte: Dicas de Mulher)http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--10-20130104&tit=traicao+virtual+pode+ser+tao+devastadora+quanto+a+real

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

7 ERROS QUE VOCÊ NÃO DEVE COMETER NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS.



Atitudes que parecem benéficas podem acabar tendo um impacto negativo na criação dos filhos
Primeiro, descobre-se a gravidez, depois se passam os 9 meses. Quando o filho chega ao mundo, dificilmente o pai ou a mãe para a vida para pensar em como vai criar o filho. As coisas simplesmente vão acontecendo e tomando um rumo que muitas vezes passa sem ser analisado.

Aos poucos, o pai e a mãe começam a tomar atitudes e adotar práticas que podem parecer inofensivas, mas que na realidade podem ser verdadeiras bombas-relógio esperando para explodir no futuro do seu filho. Continue lendo e veja quais atitudes comuns dos pais podem ter o efeito contrário ao que se espera na educação dos filhos.


1 – Facilitar tudo na vida deles

Tentar tirar todas as pedras do caminho do seu filho pode parecer tentador e soar como algo muito bom para o seu filho, mas na verdade, com essa atitude você está: declarando que ele não consegue se virar sozinho e impedindo que ele aprenda. Além disso, está criando uma relação de dependência que um dia pode vir a ser muito problemática quando você não estiver por perto.

2 – Querer apressar o caminho deles

É muito comum alguns pais quererem que o filho saiba mais que as outras crianças da mesma idade, que seja mais maduro, que já saiba ler mesmo quando os outros ainda não aprenderam. Porém, apressar o desenvolvimento da criança pode causar muita confusão. Segundo especialistas, o ideal é deixar a criança viver cada fase da vida e se desenvolver de acordo.

3 – Tapar o sol com peneira

Outra prática muito comum é arrumar soluções rápidas para problemas que demandam muito tempo e dedicação. Por exemplo, se um filho não está fazendo o que você quer que ele faça, uma solução simples é chantageá-lo dizendo que se ele se comportar bem ganhará o videogame que tanto quer. Entretanto, esse tipo de relação não ensina a criança a respeitar os pais, as regras e a ouvir não quando é necessário.

4 – Querer ser amigo do filho e esquecer os limites

Procurar manter uma relação harmoniosa e próxima do filho é uma atitude admirável, entretanto, quando a amizade com o filho passa a ser mais importante do que educa-lo, isso se torna um problema. Por exemplo, há situações em que alguns pais não tomam medidas disciplinares com os filhos, pois temem perder a amizade com a criança e isso não é recomendável.

5 – Medir o seu sucesso como pais por meio das conquistas do filho

Outra atitude dos pais que pode causar um impacto negativo na criação dos filhos é achar que se o filho é bem sucedido no que faz isso significa que estão sendo bons pais. Nem sempre isso é uma verdade. Além disso, esse tipo de pensamento pode gerar cobranças excessivas e causar frustração. Evite este comportamento.

6 – Tentar a todo custo proteger seu filho

Proteger é bom, cuidar do seu filho é seu papel, porém não de forma excessiva. Proteger o filho exageradamente impede que ele aprenda a lidar com as adversidades que encontrará na vida adulta. Se você quer que seu filho saiba se proteger mesmo quando você não estiver por perto, comece deixando ele sair da bolha.

7 – Deixar o filho ser criado por tudo menos por você

A correria da vida moderna tem deixado os pais com cada vez menos tempo para investir na educação dos filhos. Um efeito colateral dessa mudança de comportamento é que hoje em dia os pais estão sempre em busca de artifícios e recursos para manter os filhos ocupados enquanto eles descansam ou trabalham (mesmo quando estão em casa). Desta forma, os filhos passam 95% do tempo sendo educados por filmes, desenhos, babás… menos pelos pais. Além desse comportamento distanciar o filho e os pais, isso também pode acarretar outras consequências psicológicas na criança.

Apesar dessas recomendações, cada caso é único e nenhuma sugestão resolve o problema de todos os pais. Por isso, se você sentir que pode estar tomando atitudes similares a essas, procure a ajuda de um profissional, de um psicólogo; converse com os professores dos seus filhos e também com o pedagogo do colégio. Invista na educação do seu filho e não só em uma boa escola. Você, melhor do que ninguém, sabe o quanto ele merece.http://www.dicasdemulher.com.br/7-erros-que-voce-nao-deve-cometer-na-educacao-dos-filhos/

5 COISAS QUE OE PAIS NÃO DEVERIAM DIZER AOS FILHOS.


A intenção é boa, mas as consequências nem sempre são as esperadas

Por Andressa Dias 
Quando um filho nasce, nasce também nos pais a responsabilidade pela educação dessa criança a fim de dar ao mundo um cidadão correto, honesto, educado e também ter um filho que tenha uma vida boa, tranquila e feliz. Entretanto, infelizmente, quando um filho nasce, os pais não recebem pelo correio um manual de como criar seus filhos.

Sendo assim, a educação da criança se dá por diversas formas e a maneira com o que os pais agem é um misto de intuição e conhecimento adquirido ao longo dos anos e por meio de leituras e relatos de outros pais. Porém, nesse processo, os pais podem acabar fazendo algumas coisas que julgam corretas, mas que podem ter um impacto negativo na educação dos filhos. Listamos aqui algumas frases que alguns pais costumam dizer com boas intenções, mas que tem um resultado negativo, confira.

1 – Você não sabe fazer nada mesmo!

Esse tipo de afirmativa pode ter um impacto muito ruim na autoestima do seu filho. Quando seus próprios pais o diminuem, dizendo que ele não tem talento ou não sabe fazer coisa alguma, isso acaba minando a imagem que o filho tem de si. Isso pode levar à duas consequências: uma boa, quando ele decide ser o melhor em tudo para provar que não é um inútil e outra ruim, quando ele aceita essa imagem de inútil e passa a agir como tal.


Como não é possível adivinhar qual será a consequência, o mais saudável é sempre reconhecer os feitos do seu filho e nunca colocar os defeitos em evidência. Jamais diga que seu filho “não sabe fazer nada”, porque isso, além de cruel é impossível de ser verdade.

2 – Vou embora sem você!

Uma das coisas que os pais precisam é que os filhos acreditem e confiem neles. Sendo assim, afirmar que você vai abandoná-lo é uma forma errônea de tentar convencer o seu filho de ir embora de algum local. Com o tempo ele vai perceber que isso é apenas uma estratégia para fazê-lo ir embora e vai acabar perdendo a confiança no que você diz. Portanto, combine com ele antecipadamente que vocês irão embora a hora que você disser e se você for usar alguma medida para discipliná-lo, prefira usar uma tática mais palpável, sem mentiras ou falsas ameaças.

3 – Peça desculpas agora!

O caminho para a educação de um filho não é força-lo a fazer tudo o que você acredita ser o certo. Na verdade, o ideal é sempre mostrar a ele bons exemplos e encorajá-lo a seguir estes exemplos. Em situações onde a criança faz algo que merece um pedido de desculpas, se o seu filho não fizer, faça-o por ele na tentativa de mostrar qual é o comportamento adequado no momento. Com o tempo, a criança aprende naturalmente qual é a função do pedido de desculpas e incorpora isso no seu dia a dia.

4 – Você não é mais um bebêzinho!

Às vezes pode parecer que seu filho de 8 anos está agindo como se tivesse apenas 3. Isso pode ser um indicador de que ele está passando por problemas e precisa de uma orientação, um guia dos pais para saber como agir naquele momento. Sendo assim, criticá-lo não vai adiantar nada. Uma criança de 8 ou 9 anos não vai entender o que é agir como tal idade. Sendo assim, na hora que você ficar brava porque seu filho está fazendo birra ou manha de criança de 3 anos, pare e respire fundo. Não reaja imediatamente. Pare e pense com calma sobre o que deve ser feito.

5 – Será que vou ter que repetir mil vezes?

É normal para uma criança esquecer algo mesmo que ela tenha que fazer isso todos os dias ou com grande frequência. Por isso, é importante ter muita paciência para repetir novamente sem se exaltar. Uma dica para ajudar a memória do seu filho é investir em jogos que desenvolvam essa habilidade e também criar estratégias divertidas para que ele se lembra de escovar os dentes, fazer a tarefa entre outros compromissos infantis. Lembre-se: se ele esquecer, repita novamente, talvez de uma maneira diferente, mas não desista e não perca a paciência. Muito menos faça o que ele deve fazer.http://www.dicasdemulher.com.br/5-coisas-que-os-pais-nao-deveriam-dizer-aos-filhos/